Globe and Mail | Unleashing our inner demons, site by sickening site A quantidade avassaladora de informação disponível na internet tem, como bem sabemos, o seu lado mais obscuro e revoltante. A rede é um espelho da cultura humana, que revela o lado negro que está oculto dentro da nossa sociedade. Os gostos e comportamentos mais revoltantes, apanágio de uns quantos praticantes secretivos, estão agora ao alcance de um clique na àgora digital mundial.
Globe and Mail | Google sees surge in web use on hot mobile phones Estará a internet móvel a finalmente generalizar-se? A Google indica que recebe cada vez mais tráfego proveniente de iPhones, smartphones Nokia e Blackberrys. As razões prendem-se com a maior capacidade dos mais recentes telemóveis, planos de tarifas menos restritivos, websites mais adaptados às características dos usos móveis, e melhor software de navegação disponível para telemóveis. Da minha parte, a modesta contribuição que dou prende-se com a capacidade do N80 de aceder a redes wifi, o que me permite escapar às caríssimas tarifas de acesso de dados da minha operadora, levando-me a navegar na rede sempre que tenho uma rede disponível utilizando o excelente browser Opera Mini.
Read Write Web | People do read - they just do it online Cada vez mais se fala na morte da leitura. Cada vez se lê menos livros, jornais e revistas. Os mais alarmistas falam na decadência da literacia. Será? A verdade é que a leitura em papel está a diminuir, tendência particularmente sentida pelos jornais (que já recorrem às mais estranhas artimanhas para assegurarem vendas). Mas estes comentários esquecem o computador enquanto instrumento de literacia. Online, e offline, cada vez se lê mais, no ecrã.
Daily Mail | Revealed: how the world will look like when we've gone Se de um dia para o outro a humanidade desaparecesse, o que é que aconteceria às nossas cidades, aos nossos artefactos, aos nossos legados para o futuro? A resposta é deprimente. Sem energia, as cidades depressa começariam a corroer-se, invadidas pela natureza. Os repositórios da nossa herança civilizacional depressa se esboroariam em pó. Paradoxalmente, em poucas décadas, o que sobreviveria para atestar a nossa presença no planeta seria uma das maravilhas da antiguidade - as pirâmides egípcias.
Wired | The myth of transparent society Cada vez mais se anuncia o fim do anonimato, num mundo em que o nosso rasto digital revela cada vez mais sobre nós e onde a cada vez mais acentuada presença de câmaras de videovigilância nos parece estar a mergulhar num panopticon tecnológico. Há quem argumente que esta direcção em que caminha a sociedade não trará graves problemas - numa sociedade transparente, ninguém terá segredos. Mas, de acordo com Bruce Schneier, este raciocínio tem uma falha: não está a levar em conta as relações de poder. Um exemplo: numa sociedade transparente, eu tenho acesso a todas as informações sobre um polícia, tal como o polícia terá acesso a todas as informações sobre mim. Mas este aparente equilíbrio não se traduz em igualdade, porque não espelha a relação assimétrica de poder que o polícia tem sobre mim.
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Recortes
This age found its form, as early as the 1880s in America, in a new type of office building: symbolically a sort of vertical human filing case, with uniform windows, a uniform facade, uniform acomodations, rising floor by floor in competition for light and air and above all financial prestige with other skyscrapers. The abstractions of high finance produced their exact material embodiment in these buildings.
Lewis Mumford (51), citado em Media Technology and Society.
Making it possible for one subscriber to talk to many others would have enhanced the telephone as a non-hierarchical means of communication. It was not to be and the very construction of the network system to limit telephony to one-to-one communication is therefore a mark of its repression. That we allow broadcasting, a very much more inherently centralised, undemocratic and controllable technology, to do this is the obverse of that mark.
Brian Winston (60), Media Technology and Society, Oxon: Routledge, 1998
Lewis Mumford (51), citado em Media Technology and Society.
Making it possible for one subscriber to talk to many others would have enhanced the telephone as a non-hierarchical means of communication. It was not to be and the very construction of the network system to limit telephony to one-to-one communication is therefore a mark of its repression. That we allow broadcasting, a very much more inherently centralised, undemocratic and controllable technology, to do this is the obverse of that mark.
Brian Winston (60), Media Technology and Society, Oxon: Routledge, 1998
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